Qual Tráfego é Mais Robusto?

https://www.minds.com/blog/view/860956497353699328 : Teatro...em Movimento O Dia



Sua interferência pela vida cotidiana dessa multidão é tamanha que o termo Google neste instante virou verbo em dicionários de inglês, alemão, finlandês e japonês. Em português corrente, pesquisar na internet de imediato se transformou em “googlar”. Segundo a consultoria Interbrand, a marca da organização foi a que mais se fortaleceu em 2007, alcançando valor estimado em 17,oito bilhões de dólares e a 20a localização no ranking das mais valiosas do mundo. A expansão acelerada tornou o Google um dos maiores mercados abertos de serviço de que se tem notícia. Em média, são contratadas dezesseis pessoas por dia - nos dias de hoje a corporação emprega 17 000 funcionários em trinta e sete países. https://www.dailystrength.org/journals/como-elaborar-website isso aconteceu em somente uma década.


Montar uma companhia inovadora é custoso. Mantê-la desta maneira, quando se tem uma infraestrutura gigantesca nas mãos e uma miríade de interesses conflitantes para acomodar, é quase inadmissível. O paralelo mais próximo dessa transformação talvez seja a trajetória da Microsoft, que após décadas de desenvolvimento inacreditável sentiu o peso do gigantismo a respeito sua know-how de se renovar.


A corporação de Bill Gates mudou o mundo de forma indeclinável, fez de nerds miliardários, arruinou concorrentes. Entretanto, com o tempo, entrou num círculo vicioso que começa e termina na perda de talentos e pela contrariedade de inovar na era da web. Foi este cenário que levou a Microsoft a, recentemente, fazer uma oferta de 44,seis bilhões de dólares pelo Yahoo! Google daqui pra frente.


É evidente que o espectro da Microsoft ronda o futuro do Google. Para eles, era preferível barrar o avanço e apagar as possibilidades de ganho a perder a alma. A dupla assim como adiou a abertura de capital da corporação o quanto pôde. O IPO, http://netsermaisfeliz34.soup.io/post/659505789/UOL-Mais-gt-Como-Criar-Um-Blog aconteceu em agosto de 2004 e captou 1,sete bilhão de dólares, prontamente era esperado pelo mercado havia quase um ano.


Em consequência a este empenho pra conservar a alma juvenil, até hoje os escritórios da sede, em Mountain View, parecem mais com dormitórios universitários do que com as dependências da organização globalizada em que o Google se transformou. Quem passa na sala da engenheira Shona Brown, vice-presidente de operações, por exemplo, dá de cara com um pingüim de pelúcia e a placa “Shona’s Huddle” (em português, qualquer coisa como “O aconchego de Shona”). O transporte usado para se deslocar entre os prédios da sede também segue os despojados costumes dos universitários de Stanford: bicicletas azuis ou patinetes motorizadas cedidas pela companhia. O padrão foi elaborado quase por sorte, ainda nos primórdios do Google. Como a dessa maneira start-up era pequena e desestruturada, um colega a todo o momento pedia a opinião de outros antes de contratar alguém.


Brin e Page se envolviam pessoalmente, imbuídos da crença de que o sucesso depende da característica de quem está a teu lado. O sistema era semelhante com o das irmandades https://www.dailystrength.org/journals/dez-maneiras-pra-acrescentar-o-trafego-do-seu-web-site . Pra fazer porção do Google, não era bastante ser aprovado pelo futuro chefe. Era - e ainda é - preciso ser aceito pelo grupo. A maratona das entrevistas se tornou improdutiva à proporção que o número de novos funcionários mudou de patamar.



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“Fazíamos entrevistas além da conta e não conseguíamos sugestões novas com elas”, diz Laszlo Bock, vice-presidente de pessoas do Google. Bock, ex-diretor da General Electric, foi contratado em março de 2006 pra ajudar a reestruturar, entre novas coisas, o recurso de seleção. No término daquele ano, ele limitou o total de entrevistas a um máximo de 9, o que reduziu em 30% o tempo gasto com o procedimento de seleção - que ainda hoje leva até 60 dias. http://serlindablog54.soup.io/post/659498627/Iris-Apfel-Inspira-Novos-Modelos-De-Barbie /p>

Pra desenvolver-se sem abrir mão da essência, o Google vai ter que vencer enormes desafios. O primeiro deles é demográfico. Nos últimos 4 anos, o número de funcionários mais que quintuplicou. Contratar quase 500 pessoas por mês, em inúmeros países do universo, tem desafiado um sistema que tradicionalmente revira o histórico e o perfil dos candidatos antes da contratação. Até recentemente, o recurso de alternativa de um novo funcionário poderia envolver 18 entrevistas, algumas vezes em diferentes lugares do universo. Os candidatos devem responder a dúvidas para testar o raciocínio, como “Quantos pães cabem em um avião?


” ou “Quantas árvores cabem no parque lá fora? ”, e para averiguar traços de personalidade, como “Você se importaria se seu colega de baia trouxesse diariamente um cachorro para o escritório? ” (a quem interessar possa, a resposta certa para essa pergunta é não). Mesmo com a revisão do método e com a supervisão de um executivo de recursos humanos que fez carreira numa corporação centenária, o sistema de contratação no Google ainda segue alguns princípios que pareceriam impensáveis em uma companhia tradicional.


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